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quinta-feira, 17 de maio de 2018
quarta-feira, 21 de março de 2018
O valor de uma vida
O valor de uma vida
Na praia a menina
achou uma concha,
conchinha lindinha,
de arrepiar
No dia seguinte,
as suas amigas
daquela conchinha
iriam gostar.
Mas dentro da concha
havia um bichinho,
vivo, vivinho,
a respirar.
"Se eu levo essa concha",
pensou a menina,
"avida do bicho
vai se acabar".
"Se eu levo essa concha
o bicho não vive,
mas minhas amigas
vão me elogiar".
Na praia a menina
achou uma concha,
conchinha lindinha,
de arrepiar
No dia seguinte,
as suas amigas
daquela conchinha
iriam gostar.
Mas dentro da concha
havia um bichinho,
vivo, vivinho,
a respirar.
"Se eu levo essa concha",
pensou a menina,
"avida do bicho
vai se acabar".
"Se eu levo essa concha
o bicho não vive,
mas minhas amigas
vão me elogiar".
SEPENTZOGLOU, Árthemis, Alessandra L. F. Poesia: a rima no trabalho com a linguagem.
In: ROSSETI-FERREIRA, Maria clotilde. Os fazeres na educação infantil. São Paulo: Cortez, 2009. p. 98.
O grilo apaixonado
O GRILO APAIXONADO
O GRILO LUNALDO
ANDA APAIXONADO.
NÃO PARA QUIETO
E PULA PARA TODO LADO.
NÃO SAI DE CASA
E ANDA CALADO.
SERÁ QUE POR ACASO
ESTÁ ENAMORADO?
TODOS JÁ DESCONFIAM
QUEM É A CULPADA:
É A BELA GRILINHA
DA CASA AO LADO.
O GRILO LUNALDO
ANDA APAIXONADO.
NÃO PARA QUIETO
E PULA PARA TODO LADO.
NÃO SAI DE CASA
E ANDA CALADO.
SERÁ QUE POR ACASO
ESTÁ ENAMORADO?
TODOS JÁ DESCONFIAM
QUEM É A CULPADA:
É A BELA GRILINHA
DA CASA AO LADO.
Regina villaça.
quinta-feira, 15 de março de 2018
Brincando com o alfabeto
BRINCANDO COM O ALFABETO
Regina Villaça.
A DE AMIZADE
B DE BRINCADEIRA
C DE DE CARINHO
DE DE DOCINHO
E DE ELEFANTE
F DE FESTANÇA
G DE GINCANA
H DE HORIZONTE
I DE INDIOZINHO
J DE JESUS CRISTO
K DE KÊNIA
L DE LIVRARIA
M DE MAMÃEZINHA
N DE NATUREZA
O DE OTIMISMO
P DE PRESENTE
Q DE QUERIDA
R DE RISADA
S DE SAÚDE
T DE TELEVISÃO
U DE UNIÃO
V DE VIDA
W DE WILSON
X DE XODOZINHO
Y DE YURI
Z DE ZUMBIDO
Regina Villaça. Retirado do livro: Oficina de Poemas e Rimas
quinta-feira, 25 de janeiro de 2018
Sem casa
SEM CASA
TEM GENTE QUE NÃO TEM CASA
MORA AO LÉU, DEBAIXO DA PONTE.
NO CÉU A LUA ESPIA
ESSE MONTE DE GENTE
NA RUA
COMO SE FOSSE PAPEL.
GENTE TEM QUE TER
ONDE MORAR,
UM CANTO, UM QUARTO,
UMA CAMA,
PARA NO FIM DO DIA
GUARDAR O CORPO CANSADO,
COM CARINHO, COM CUIDADO,
QUE O CORPO É A CASA
DOS PENSAMENTOS.
MURRAY, ROSEANA. CASAS. SÃO PAULO: FORMATO, 1994.
A bruxa
A bruxa
Vanessa vestiu de bruxa
para amedrontar Licinha,
a caçulinha.
Licinha achou um sarro
e não coisa do mal.
Riu e dançou como ninguém.
Se era carnaval,
queria brincar também.
Como não deu jeito
de amedrontar Licinh
com o malfeito,
o feitiço virou
contra o feiticeiro.
De noite sonhou
que virava bruxa,
mas de verdade.
Tanto se assustou
que ninguém sabe a razão,
mas parece que choveu
no seu colchão.
José, Elias. Caixa mágica de surpresa. são Paulo: Paulinas, 1984.
O grande herói
O grande herói
A história de um herói,
hoje eu quero lhes contar.
É um homem destemido,
quando é hora de lutar!
É um herói que salva todos
no incêndio lá do hotel.
Ele enfrenta até leão,
tigre, onça e cascavel.
É um soldado corajoso,
na defesa nacional.
Não tem medo de injeção,
muito menos de hospital!
Você pode acreditar
em tudo que eu estou falando:
Esse herói sempre sou eu,
toda vez que estou sonhando!
Bandeira, Pedro> mais respeito, eu sou criança! São Paulo: Moderna, 1995.
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