quinta-feira, 14 de junho de 2018

O disfarces dos bichos

           Você já tentou pegar um galhinho seco e ele virou bicho, abriu asas e voou? Se isso aconteceu é porque o graveto era um inseto conhecido como "bicho-pau". Ele é tão parecido com o galhinho, que pode ser confundido com o graveto.  
          Existem lagartas que se parecem com raminhos de plantas. E há grilos que imitam folhas. 
          Muitos animais ficam com a cor e a forma dos lugares em que estão. Eles fazem isso para se defender dos inimigos ou capturar outros bichos que servem de alimento.             Esses truques são chamados de mimetismo, isto é, imitação.  
          O cientista inglês Henry Walter Bates foi quem descobriu o mimetismo. Ele passou 11 anos na selva amazônica estudando os animais. 

MAVIAEL MONTEIRO, JOSÉ. Bichos que usam disfarces para defesa. Folhinha, 6 nov. 1993. Suplemento infantil do jornal Folha de São Paulo. Adaptado pelas autoras. In:HELENA, Maria; Bernadette. Novo Tempo: Português. São Paulo: Scipione, 1999. v. 1, p. 31. 

quarta-feira, 13 de junho de 2018

O LOBO

          O LOBO VIVE EM ALCATÉIAS BASTANTE ORGANIZADAS E COM UMA HIERARQUIA BEM DEFINIDA. O CHEFE DA ALCATEIA É O MACHO MAIOR E MAIS FORTE. [...] O LOBO É MÍOPE; NÃO CONSEGUE SE QUER RECONHECER SEUS COMPANHEIROS A 50 CM DE DISTÂNCIA! NO ENTANTO, À NOITE SUA VISÃO É BEM MAIS PRECISA QUE DURANTE O DIA E É ENTÃO QUE ELE SAI PARA CAÇAR. [...] O LOBO CORRE MUITO DEPRESSA E SEM FAZER BARULHO, PORQUE CORRE NA PONTA DOS PÉS.

GENEVIÈRVE WARNAU.PLANETA ANIMAL. BARUERI: GIRASSOL. P. 217

domingo, 10 de junho de 2018

O ABC da vida...

Berenice Gehlen Adams.

Devemos Amar e respeitar...
A árvore que dá sombra, que dá frutos.
A baleia que vive a nadar pelo mar.
A cachoeira que vive a vida a correr.
O dinossauro que vive viveu há milhões de anos atrás...
A ecologia que é a ciência que estuda a vida.
A figueira que é uma árvore frondosa e faceira.
a girafa que é pescoçuda como uma garrafa.
O hipopótamo que é pesado e gosta de água.
O índio que vive em aldeias na mata.
O jacaré que rasteja devagar e sabe nadar.
A laranja que guarda um suco saboroso.
O mar que é imenso e tem água salgada.
A natureza que nos encanta com sua beleza.

Berenice Gehlen Adams. Atividades de sensibilização (para as séries iniciais da educação básica). Retirado do livro: Eu gosto de Passos, Célia. Linguá portuguesa, matemática, ciências naturais, história e geografia/Célia Passos, Zeneide Silva. - I. ed. - São Paulo: IBEP. 2006. _ (Coleção novo eu gosto) 

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Atendimento Educacional Especializado: Tecnologias na Educação: Maria vai com as outras

Atendimento Educacional Especializado: Tecnologias na Educação: Maria vai com as outras: Maria vai com as outras Sylvia Orthhoff Era uma vez uma ovelha chamada Maria.  Onde as outras ovelhas iam, Maria ia também.  As ove...

Maria vai com as outras

Maria vai com as outras
Sylvia Orthhoff


Era uma vez uma ovelha chamada Maria. 
Onde as outras ovelhas iam, Maria ia também. 
As ovelhas iam para baixo, Maria ia para baixo. 
As ovelhas iam para cima, Maria ia para cima.
Maria ia sempre com as outras.
Um dia, todas as ovelhas foram para o Pólo Sul. 
Maria foi também. 
Ai, que lugar frio!
As ovelhas pegaram uma gripe!!!
Maria pegou gripe também. Atchim! 
Maria ia sempre com as outras.
Depois todas as ovelhas
Foram para o deserto. 
Maria foi também.
– Ai que lugar quente!
As ovelhas tiveram insolação.
Maria teve insolação também. Uf! Puf!
Maria ia sempre com as outras.
Um dia, todas as ovelhas resolveram comer salada de jiló.
Maria detestava jiló. Mas, como todas as ovelhas comiam jiló, 
Maria comia também. Que horror!
Foi quando, de repente, Maria pensou: 
“Se eu não gosto de jiló, 
Por que é que eu tenho que comer salada de jiló?”
Maria pensou, suspirou, 
Mas continuou a fazer o que as outras faziam.
Até que as ovelhas resolveram pula
Do alto do Corcovado para dentro da lagoa. 
Todas as ovelhas pularam.
Pulava uma ovelha, 
Não caía na Lagoa, caía na pedra, 
Quebrava o pé e chorava: “mé!”.
Pulava outra ovelha, 
Não caía na Lagoa, caía na pedra,
Quebrava o pé e chorava: “mé!”.
Chegou a vez de Maria pular.
Ela deu uma quebrada,
Entrou num restaurante e comeu uma feijoada.
Agora, mé, Maria vai para onde caminha o seu pé!

quarta-feira, 21 de março de 2018

O valor de uma vida

O valor de uma vida

Na praia a menina 
achou uma concha, 
conchinha lindinha, 
de arrepiar

No dia seguinte, 
as suas amigas 
daquela conchinha 
iriam gostar.

Mas dentro da concha
havia um bichinho, 
vivo, vivinho, 
a respirar.

"Se eu levo essa concha", 
pensou a menina, 
"avida do bicho 
vai se acabar".

"Se eu levo essa concha
o bicho não vive, 
mas minhas amigas 
vão me elogiar".

SEPENTZOGLOU, Árthemis, Alessandra L. F. Poesia: a rima no trabalho com a linguagem.
In: ROSSETI-FERREIRA,  Maria clotilde. Os fazeres na educação infantil. São Paulo: Cortez, 2009. p. 98.