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segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Caxuxa, a bruxa

Caxuxa, a bruxa

Caxuxa era uma bruxa,
Mas puxa...  um pouco gorducha
Para uma bruxa.

Todo dia, o mesmo vexame
Vestia o chapéu e o cinturão,
Subia na vassoura,
Não saia do chão.

Só pensava em comer,
Não tinha sossego.
Virava e mexia no tacho
Xarope de asas de morcego.

Não perdia a deixa
De chupar sorvete de ameixa.

Comia chicória, comia salsicha,
Mas sua grande glória
Era chiclete sabor lagartixa.

Claudia Fragata. Caxuxa, a bruxa.
Revista Recreio especial Era uma vez... nº. 1.abril, 2003
São Paulo,






sábado, 16 de dezembro de 2017

O caçador de nomes

O caçador de nomes

Cada coisa tem um nome.
Coloco em minha bagagem
um pouquinho de coragem e atravesso a floresta
para descobrir o nome das coisas.

Riachinho chuá chuá
que nome que você tem?
-  Estou com pressa – diz o riacho –
vivo viajando, vem comigo, vem!

Borboleta de asas brilhante,
que nome você tem?
- Estou ocupada, voando, voando
não posso parar, não posso voar.

Grilo do pulo grande
que nome você tem?
- Só posso pular, só posso pular
não posso falar, não posso falar.

Mas será possível! Ninguém
tem um minuto para me escutar?
O eco responde?
Ninguém tem... ninguém tem...

Roseana Murray. Fardo de carinho.
Belo Horizonte, Editora Lê. 1993.


Atirei o pau no gato


ATIREI O PAU NO GATO

NÃO ATIRE O PAU NO GATO-TO

PORQUE ISSO-SO NÃO SE FAZ-FAZ-FAZ.

O GATINHO-NHO É NOSSO AMIGO-GO.

NÃO DEVEMOS MALTRATAR OS ANIMAIS.
MIAU!
  1. (FOLCLORE)


Texto digitado pelo aluno Abrão Celestino Leão, do 7º ano.