quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Entrevista Graciela Pozzobon - Programa do Jô -



Segundo Graziela Pozzobon:
        “A audiodescrição é o recurso que permite a inclusão de pessoas com deficiência visual em cinema, teatro e programas de televisão. No Brasil, segundo dados do IBGE, existem aproximadamente 16,5 milhões de pessoas com deficiência visual total e parcial, que encontram-se excluídos da experiência audiovisual e cênica”. Retirado do site. http://audiodescricao.com.br/ad/ Acessado em 04 de dezembro de 2013.


         Como trabalhamos em ambientes pequenos (Sala de Recursos Multifuncionais) e com poucas crianças, no caso do deficiente visual, na maioria das vezes o trabalho é realizado individual. Logo, dá para fazer a audiodescrição ou descrição dos filmes que passamos para nossos alunos. Exemplo: dos Contos Clássicos. Sem utilizar o aparato tecnológico descrito na entrevista acima.

Descrição e Audescrição

Atividade 3 – Descrição e Audiodescrição    

Tradução de imagens em palavras: “Audiodescrição”
         Segundo, Lívia Motta:  “A audescrição é uma atividade de mediação linguística, uma modalidade de tradução intersemiótica, que transforma o visual em verbal, abrindo possibilidades maiores de acesso à cultura à informação, contribuindo para a inclusão cultural, social e escolar. Além das pessoas com deficiência visual, a audiodescrição amplia também o entendimento de pessoas com deficiência intelectual, idosos e disléxicos”.

         Visite o site Ver com palavras: audescrição também de autoria de Lívia Motta, e veja muito mais. Sobre este recurso para melhor mediar a pessoa com deficiência visual. Link: http://www.vercompalavras.com.br/home

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Quebra-cabeça: números naturais


Quebra-cabeça
Números naturais
Sugestão de atividade.  Introdução de conceito e representação de números naturais.
Objetivo:
·      Realizar contagem de 0 à 09;
·      Reconhecer o número zero como a ausência de elementos em um grupo;
·      Identificar grafia e sequencia;
·      Ordenar os  números naturais  em sequencia de 0 a 9;

·      Associar uma quantidade de elementos à sua representação numérica.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Coordenação motora







HABILIDADES:
·       Desenvolver a coordenação motora fina;
·       Desenvolver a autonomia e a independência;
Saber amarrar o sapato é um problema para alguns.
Material utilizado
1 cadarço para sapato (lojas de aviamento);
1 retalho de EVA;
1 Canetinha para pontilhar (própria para EVA)
E alguns ilhós (eu comprei a maquina em casa tipo OBA...)

Se não quiser comprar, vá a uma casa que conserta bolsas.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Marcando o tempo em horas e minutos


Marcando o tempo em horas e minutos

Sugestão de atividade: medida de tempo

Relógio tipo tradicional com ponteiros móveis, relógio numerado marcando,
horas e os minutos. Uma estratégia para facilitar o aprendizado dos alunos com DI.
Modelo em papelão, pintado com cola colorida e numerado de cinco em cinco para facilitar a contagem dos minutos. O relógio central foi retirado do encarte pedagógico do livro Eu gosto material de apoio (coleção Novo Eu gosto  integrado – 1º ano). Também foi necessário para prender os ponteiros um parafuso curto e uma porca.

Na oportunidade, pesquise se os alunos sabem qual é o total de horas do dia. Aproveite esse momento, para explicar por que o mostrador do relógio só mostra 12 dessas 24 horas. Incentive as crianças a prestarem atenção às pessoas e aos locutores de rádio  e TV, quando se referem ao horário do dia: alguns anunciam, por exemplo, “15 horas”, enquanto outros dizem: “3 horas da tarde”.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Números naturais




Números naturais
Sugestão de atividade.  Introdução de conceito e representação de números naturais.
Objetivo:
·      Realizar contagem de 1 à 15;
·      Identificar grafia e sequencia;
·      Ordenar os números dos prendedores em sequencia de 1 à 15 com a ajudo do circulo numerado;

·      Associar uma quantidade de elementos à sua representação numérica, contando os pontinhos da casa numérica.
Se necessário, utilize também os bloquinhos de unidade do material dourado.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Torre de Hanói: desenvolvimento e aprendizageml

Torre de Hanói

Maria de Jesus Lima Rodrigues
Figura 1. Torre de Hanói



Jogo pedagógico que poderá favorecer o desenvolvimento e a aprendizagem de aluno com deficiência intelectual e os demais alunos da sala de aula comum. Situação lúdica para a resolução de problemas.
1.   Descrição
Segundo o professor Cardy: A Torre de Hanói é um quebra-cabeça que consiste em uma base contendo três pinos, onde em um deles, são dispostos sete discos uns sobre os outros, em ordem crescente de diâmetro, de cima para baixo. O problema consiste em passar todos os discos de um pino para outro qualquer, usando um dos pinos como auxiliar, de maneira que um disco maior nunca fique em cima de outro menor em nenhuma situação. O número de discos pode variar sendo que o mais simples contém apenas três.

2.   Objetivos
·         Construir o desenvolvimento da memória;
·         Desenvolver o raciocínio lógico;
·         Aprimorar a coordenação motora fina.
3.   Sugestão de intervenção do professor de AEE
Além de exemplificar o objetivo do jogo, valorizar a criatividade do aluno, a partir do momento que a procura pela solução é desenvolvida de forma livre.
A oportunidade também pode ser aproveitada para: trabalhar contagem, ordem crescente e decrescente.
Para melhor exemplificar, desenhamos no Paint os possíveis movimentos na utilização de três discos.








Referencias
FIGUEIREDO, R. V; POULIN, J. Aspectos funcionais do desenvolvimento cognitivo de criança com defici~encia mental e metodologia de pesquisa. In: Silvia Helena Vieira Cruz. (Org.0. A criança fala: a escola de crianças em pesquisa. 1 ed. São Paulo: Cortez, 2008. V. 1, p. 245-263.

Acessado: em 20 de setembro de 2013.

NOÉ, Marcos.Canal do educador. Site: http://educador.brasilescola.com/estrategias-ensino/torre-hanoi.htm  Acessado em 21 de setembro de 2013

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Recurso de Tecnologia Assistiva




Molde



RECURSO DE TECNOLOGIA ASSISTIVA
Atendimento Educacional Especializado e Deficiência Física

Maria de Jesus Lima Rodrigues


Conceito de tecnologia assistiva.

                A Tecnologia Assistiva, segundo Bersch (2006, p.2),”deve ser entendida como um auxilio que promoverá a ampliação de uma habilidade funcional deficitária ou possibilitará a realização da função desejada e que se encontra impedida por circunstância de deficiência”.
“Tecnologia assistiva são recursos e serviços que visam facilitar o desenvolvimento de atividades diárias por pessoas com deficiência. Procuram aumentar as capacidades funcionais e assim promover a independência e a autonomia de quem às utiliza”. (MELO, 2007, p. 94)
Conforme conceito proposto pelo Comitê de Ajudas Técnicas (CAT) da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República: "Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social" (CAT, Ata da Reunião VII, SDH/PR, 2007). (Wikipédia, 20013).
Após pesquisar e compreender o que são recursos de Tecnologia Assistiva optei em apresentar para os meus colegas de trabalho e estudo, este material de baixa tecnologia que estou  utilizando no Atendimento Educacional Especializado na sala de recursos com os meus alunos.
São, blocos de encaixe, nos quais fui colando letras e gravuras para facilitar a escrita  das primeiras palavras, para alunos no início do processo de alfabetização. Alunos com necessidades educacionais especiais de ordem física  com comprometimento motor, sensorial e também psicológico. É para aprender brincando e eliminar barreiras que prejudicam o desenvolvimento do aluno.

Bibliografia
Retirado do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Tecnologia_assistiva Acessado em: 21 de agosto de 2013.

Schimer, Carolina R. [et l.]. Deficiência Física – São Paulo: MEC?SEESP, 2007. 130 p. (Atendimento educacional especializado)

quarta-feira, 31 de julho de 2013

O papel do professor do Atendimento Educacional Especializado (AEE)


O papel do professor do Atendimento Educacional Especializado (AEE)

  Maria de Jesus Lima Rodrigues


Figura - 1. Bingo do alfabeto. SRM. ETI. Daniel Batista


O professor do AEE atual, não ensina   aos alunos com deficiência os conteúdos escolares, sua função é, observar a realidade do aluno, identificar problemas e criar possibilidades adequadas à superação das barreiras que impede-o, de se desenvolver plenamente na escola e fora dela. Articular parcerias com outros profissionais de áreas afins; elaborar plano de ação de AEE, propor serviços e recursos de acessibilidade ao conhecimento. Também é seu papel, produzir  materiais de apoio ao processo de ensino aprendizagem, tais como: transcrever, adaptar, confeccionar, ampliar, gravar, de acordo com as necessidades dos alunos. Acompanhar o uso dos materiais na sala de aula do ensino regular  verificar a funcionalidade e  aplicabilidade, os efeitos, possibilidades, limites, e distorções do uso na sala de aula, na escola e na casa do aluno. Orientar professores do ensino regular e familiares do aluno  à utilizar materiais e recursos.  Promover formação continuada, para os professores do ensino comum e para a comunidade escolar em geral.
Na Sala de Recursos Multifuncionais (SRM)  o professor de AEE oferece Tecnologia Assistiva (TA). Adéqua,  e produz materiais didáticos e pedagógicos, tendo em vista as necessidades específicas dos alunos,  e ministra o ensino de: Sistema Braille na máquina de escrever, Informática acessível, Treinamento de recurso óptico, Comunicação alternativa, Língua Portuguesa escrita para pessoas com surdez.
O estudo de caso é fundamental para o desenvolvimento do trabalho do professor do AEE. O professor do AEE inicia este trabalho pela proposição do caso. Onde se faz uma pesquisa tendo como principal objetivo orientar-se para melhor atender o aluno. Primeiramente faz-se a coleta de dados sobre o aluno: idade, série, escolaridade, tipo de deficiência. A partir daí, inicia-se a coleta de dados sobre o gosto e preferencias do aluno e como ele se comporta no ambiente escolar. Na próxima etapa, coleta-se informações sobre a escola e a família do aluno. O professor do AEE deverá conhecer e descrever o contexto educacional ao qual o aluno esta inserido, dificuldades habilidades, para só então dar início ao Estudo de caso.

O Estudo de casa é dividido em 4 etapas: Proposição do caso; Análise e classificação do problema; Estudo e identificação do problema; Solução do problema. Depois de toda esta pesquisa o professor do AEE tem preparo para contribuir para a aprendizagem e desenvolvimento do aluno atendido na SRM, e propor ações em parceria com o professor de sala de aula. Plano bem elaborado e acompanhado, periodicamente para averiguação dos resultados alcançados, e adequações necessárias, certamente contribuirá para a aprendizagem e desenvolvimento do aluno.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Galinha Pintadinha



Essa aqui fizemos para uma festa de criança, mas, também, pode ser feita para eventos na escola. Eu e minha prima Chiket copiamos do Google.

Material: fita crepe, um balão grande azul, 4 laranja pequeno e 4 vermelho. Retalhos de plástico adesivo branco e preto, um retalho de EVA laranja para o bico. Não tem molde, improvisamos e deu certo.

sábado, 8 de junho de 2013

O que é deficiência intelectual?

Pessoas com deficiência intelectual ou cognitiva costumam apresentar dificuldades para resolver problemas, compreender ideias abstratas (como as metáforas, a noção de tempo e os valores monetários), estabelecer relações sociais, compreender e obedecer a regras, e realizar atividades cotidianas - como, por exemplo, as ações de autocuidado.
A capacidade de argumentação desses alunos também pode ser afetada e precisa ser devidamente estimulada para facilitar o processo de inclusão e fazer com que a pessoa adquira independência em suas relações com o mundo.
As causas são variadas e complexas, sendo a genética a mais comum, assim como as complicações perinatais, a má-formação fetal ou problemas durante a gravidez. A desnutrição severa e o envenenamento por metais pesados durante a infância também podem acarretar problemas graves para o desenvolvimento intelectual.
O Instituto Inclusão Brasil estima que 87% das crianças brasileiras com algum tipo de deficiência intelectual têm mais dificuldades na aprendizagem escolar e na aquisição de novas competências, se comparadas a crianças sem deficiência. Mesmo assim, é possível que a grande maioria alcance certa independência ao longo do seu desenvolvimento. Apenas os 13% restantes, com comprometimentos mais severos, vão depender de atendimento especial por toda a vida.

Como lidar com alunos com deficiência intelectual na escola?
Segundo a psicopedagoga especialista em Inclusão, Daniela Alonso, as limitações impostas pela deficiência dependem muito do desenvolvimento do indivíduo nas relações sociais e de seus aprendizados, variando bastante de uma criança para outra.
Em geral, a deficiência intelectual traz mais dificuldades para que a criança interprete conteúdos abstratos. Isso exige estratégias diferenciadas por parte do professor, que diversifica os modos de exposição nas aulas, relacionando os conteúdos curriculares a situações do cotidiano, e mostra exemplos concretos para ilustrar ideias mais complexas.
Para a especialista, o professor é capaz de identificar rapidamente o que o aluno não é capaz de fazer. O melhor caminho para se trabalhar, no entanto, é identificar as competências e habilidades que a criança tem. Propor atividades paralelas com conteúdos mais simples ou diferentes, não caracteriza uma situação de inclusão. É preciso redimensionar o conteúdo com relação às formas de exposição, flexibilizar o tempo para a realização das atividades e usar estratégias diversificadas, como a ajuda dos colegas de sala - o que também contribui para a integração e para a socialização do aluno.
Em sala, também é importante a mediação do adulto no que diz respeito à organização da rotina. Falar para o aluno com deficiência intelectual, previamente, o que será necessário para realizar determinada tarefa e quais etapas devem ser seguidas é fundamental.

Retirado do site, http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/deficiencia-intelectual-inclusao-636414.shtml . Acessado em 09 de junho de 2013.

O que são os Transtornos Globais do Desenvolvimento(TGD) ?

Os Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) são distúrbios nas interações sociais recíprocas que costumam manifestar-se nos primeiros cinco anos de vida. Caracterizam-se pelos padrões de comunicação estereotipados e repetitivos, assim como pelo estreitamento nos interesses e nas atividades.
Os TGD englobam os diferentes transtornos do espectro autista, as psicoses infantis, a Síndrome de Asperger, a Síndrome de Kanner e a Síndrome de Rett.
Com relação à interação social, crianças com TGD apresentam dificuldades em iniciar e manter uma conversa. Algumas evitam o contato visual e demonstram aversão ao toque do outro, mantendo-se isoladas. Podem estabelecer contato por meio de comportamentos não-verbais e, ao brincar, preferem ater-se a objetos no lugar de movimentar-se junto das demais crianças. Ações repetitivas são bastante comuns.
Os Transtornos Globais do Desenvolvimento também causam variações na atenção, na concentração e, eventualmente, na coordenação motora. Mudanças de humor sem causa aparente e acessos de agressividade são comuns em alguns casos. As crianças apresentam seus interesses de maneira diferenciada e podem fixar sua atenção em uma só atividade, como observar determinados objetos, por exemplo.
Com relação à comunicação verbal, essas crianças podem repetir as falas dos outros - fenômeno conhecido como ecolalia - ou, ainda, comunicar-se por meio de gestos ou com uma entonação mecânica, fazendo uso de jargões.
Como lidar com o TGD na escola?Crianças com transtornos de desenvolvimento apresentam diferenças e merecem atenção com relação às áreas de interação social, comunicação e comportamento. Na escola, mesmo com tempos diferentes de aprendizagem, esses alunos devem ser incluídos em classes com os pares da mesma faixa etária.
Estabelecer rotinas em grupo e ajudar o aluno a incorporar regras de convívio social são atitudes de extrema importância para garantir o desenvolvimento na escola. Boa parte dessas crianças precisa de ajuda na aprendizagem da autorregulação.
Apresentar as atividades do currículo visualmente é outra ação que ajuda no processo de aprendizagem desses alunos. Faça ajustes nas atividades sempre que necessário e conte com a ajuda do profissional responsável pelo Atendimento Educacional Especializado (AEE). Também cabe ao professor identificar as potências dos alunos. Invista em ações positivas, estimule a autonomia e faça o possível para conquistar a confiança da criança. Os alunos com TGD costumam procurar pessoas que sirvam como 'porto seguro' e encontrar essas pessoas na escola é fundamental para o desenvolvimento.

O que é Síndrome de Down?

A Síndrome de Down é definida por uma alteração genética caracterizada pela presença de um terceiro cromossomo de número 21, o que também é chamado de trissomia do 21. Trata-se de uma deficiência caracterizada pelo funcionamento intelectual inferior à média, que se manifesta antes dos 18 anos. Além do déficit cognitivo e da dificuldade de comunicação, a pessoa com Síndrome de Down apresenta redução do tônus muscular, cientificamente chamada de hipotonia. Também são comuns problemas na coluna, na tireoide, nos olhos e no aparelho digestivo. Muitas vezes, a criança com essa deficiência nasce com anomalias cardíacas, solucionáveis com cirurgias.
A origem da Síndrome de Down é de difícil identificação e engloba fatores genéticos e ambientais. As causas são inúmeras e complexas, envolvendo fatores pré, peri e pós-natais.
A Síndrome de Down na sala de aula
A primeira regra para a inclusão de crianças com Down é a repetição das orientações em sala de aula para que o estudante possa compreendê-las. "Ele demora um pouco mais para entender", afirma Mônica Leone Garcia, da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo. O desempenho melhora quando as instruções são visuais. Por isso, é importante reforçar comandos e solicitações com modelos que ele possa ver, de preferência com ilustrações grandes e chamativas, com cores e símbolos de fácil compreensão.
A linguagem verbal, por sua vez, deve ser simples. Uma dificuldade de quem tem a síndrome, em geral, é cumprir regras. "Muitas famílias não repreendem o filho quando ele faz algo errado, como morder e pegar objetos que não lhe pertencem", diz Mônica. Não faça isso. O ideal é adotar o mesmo tratamento dispensado aos demais. "Eles têm de cumprir regras e fazer o que os outros fazem. Se não conseguem ficar o tempo todo em sala, estabeleça combinados, mas não seja permissivo."
Mantenha as atividades no nível das capacidades da criança, com desafios gradativos. Isso aumenta o sucesso na realização dos trabalhos. Planeje pausas entre as atividades. O esforço para desenvolver atividades que envolvam funções cognitivas é muito grande. Às vezes, o cansaço da criança faz com que as atividades pareçam missões impossíveis. Valorize sempre o empenho e a produção. Quando se sente isolada do grupo e com pouca importância no trabalho e na rotina escolares, a criança adota atitudes reativas, como desinteresse, descumprimento de regras e provocações.
Dia Internacional da Síndrome de Down
Em 2006, a associação Down Syndrome International instituiu o dia 21 de março como o Dia Internacional da Síndrome de Down. A data foi escolhida por ser grafada como 21/3, que faz alusão à trissomia do cromossomo 21.

O que é o autismo?

O autismo, também chamado de Transtorno do Espectro Autista, é um Transtorno Global do Desenvolvimento (TGD) que tem influência genética e é causado por defeitos em partes do cérebro, como o cerebelo, por exemplo.
Caracteriza-se por dificuldades significativas na comunicação e na interação social, além de alterações de comportamento, expressas principalmente na repetição de movimentos, como balançar o corpo, rodar uma caneta, apegar-se a objetos ou enfileirá-los de maneira estereotipada. Todas essas alterações costumam aparecer antes mesmo dos 3 anos de idade, em sua maioria, em crianças do sexo masculino.
Para o autista, o relacionamento com outras pessoas costuma não despertar interesse. O contato visual com o outro é ausente ou pouco frequente e a fala, usada com dificuldade. Algumas frases podem ser constantemente repetidas e a comunicação acaba se dando, principalmente, por gestos. Por isso, evita-se o contato físico no relacionamento com o autista - já que o mundo, para ele, parece ameaçador. Insistir neste tipo de contato ou promover mudanças bruscas na rotina dessas crianças pode desencadear crises de agressividade.
Para minimizar essa dificuldade de convívio social, vale criar situações de interação. Respeite o limite da criança autista, seja claro nos enunciados, amplie o tempo para que ele realize as atividades propostas e sempre comunique mudanças na rotina antecipadamente. A paciência para lidar com essas crianças é fundamental, já que pelo menos 50% dos autistas apresentam graus variáveis de deficiência intelectual. Alguns, ao contrário, apresentam alto desempenho e desenvolvem habilidades específicas - como ter muita facilidade para memorizar números ou deter um conhecimento muito específico sobre informática, por exemplo. Descobrir e explorar as 'eficiências' do autista é um bom caminho para o seu desenvolvimento.

O que é a Síndrome de Asperger?

A Síndrome de Asperger é um Transtorno Global do Desenvolvimento (TGD), resultante de uma desordem genética, e que apresenta muitas semelhanças com relação ao autismo.
Ao contrário do que ocorre no autismo, contudo, crianças com Asperger não apresentam grandes atrasos no desenvolvimento da fala e nem sofrem com comprometimento cognitivo grave. Esses alunos costumam escolher temas de interesse, que podem ser únicos por longos períodos de tempo - quando gostam do tema "dinossauros", por exemplo, falam repetidamente nesse assunto. Habilidades incomuns, como memorização de sequências matemáticas ou de mapas, são bastante presentes em pessoas com essa síndrome.
Na infância, essas crianças apresentam déficits no desenvolvimento motor e podem ter dificuldades para segurar o lápis para escrever. Estruturam seu pensamento de forma bastante concreta e não conseguem interpretar metáforas e ironias - o que interfere no processo de comunicação. Além disso, não sabem como usar os movimentos corporais e os gestos na comunicação não-verbal e se apegam a rituais, tendo dificuldades para realizar atividades que fogem à rotina.
Como lidar com a Síndrome de Asperger na escola?As recomendações são semelhantes às do autismo. Respeite o tempo de aprendizagem do aluno e estimule a comunicação com os colegas. Converse com ele de maneira clara e objetiva e apresente as atividades visualmente, para evitar ruídos na compreensão do que deve ser feito.
Também é aconselhável explorar os temas de interesse do aluno para abordar novos assuntos, ligados às expectativas de aprendizagem. Se ele tem uma coleção de carrinhos, por exemplo, utilize-a para introduzir o sistema de numeração. Ações que escapam à rotina devem ser comunicadas antecipadamente.

Retirado do site, http://revistaescola.abril.com.br/inclusao/educacao-especial/sindrome-asperger-625099.shtml. Acessado em 08 de junho de 2013.

O que é surdo-cegueira


A pessoa surdo-cega é "aquela que tem uma perda substancial da visão e da audição, de tal forma que a combinação das duas deficiências cause extrema dificuldade na conquista de metas educacionais, vocacionais, de lazer e sociais", como consta nos documentos da I Conferência Mundial Helen Keller sobre Serviços para os Surdo-cegos Jovens e Adultos.
Segundo informações do Instituto Benjamim Constant, do Rio de Janeiro, o comprometimento simultâneo de ambos os sentidos varia de pessoa para pessoa. Alguns surdo-cegos têm audição residual e até a fala, nos casos em que a surdez evoluiu depois de o indivíduo já ter adquirido a linguagem oral (os chamados “pós-simbólicos”). Os casos mais graves são os “pré-simbólicos”, de surdo-cegueira congênita ou adquirida antes da aquisição da linguagem. Estes, sem dúvida, precisam de mais atenção para desenvolver formas alternativas de comunicação.
Como lidar com a surdo-cegueira na escola?
Para a psicopedagoga especialista em Educação Inclusiva, Daniela Alonso, crianças com surdo-cegueira costumam apresentar problemas na comunicação e na mobilidade. Podem, também, demonstrar reações de isolamento ou ser hiperativas. Por isso, contar com o atendimento educacional especializado (AEE) é primordial para a inclusão, para melhorar da qualidade de vida da pessoa surdo-cega e para a orientação dos educadores. É importante lembrar que cada caso é único e cada criança precisa ser estimulada com base em suas habilidades, respeitando-se os tempos de aprendizagem de cada um.
O documento do Ministério da Educação, “Saberes e práticas da inclusão. Dificuldades de comunicação e sinalização: surdo-cegueira e múltipla deficiência sensorial”, diz que o desenvolvimento da comunicação dos alunos surdo-cegos exige atendimento especializado, com estimulação específica e individualizada. Vale lembrar que, quanto mais precoces forem os estímulos, maiores são as chances de a criança adquirir comportamentos sociais adequados e usar os sentidos remanescentes com o melhor aproveitamento possível.
A grande dificuldade das crianças surdo-cegas está, justamente, em desenvolver um modo de aprendizado que compense a desvantagem visual e auditiva e permita o relacionamento com o mundo. Por isso, explorar as potencialidades dos sentidos remanescentes (tato, paladar e olfato) é essencial para a orientação e a percepção, tanto na escola, quanto fora dela. Tornar a escola um espaço fisicamente acessível para essas crianças mais um passo imprescindível para acolhê-las adequadamente.
Uma das alternativas de comunicação para os surdo-cegos pós-simbólicos consiste no sistema Tadoma, também conhecido como “Braille Tátil”. Nessa técnica a pessoa utiliza as mãos para sentir os movimentos da boca, do maxilar e a vibração da garganta do falante, e assim consegue interpretar o que é dito.
Para os surdo-cegos pré-simbólicos, o uso do tato também é fundamental. Antecipar algumas sensações e permitir que sintam a forma dos objetos, associando-os a funções correlatas – a escova de dente indica um momento de higiene ou a colher anuncia que uma refeição será servida, por exemplo - facilita a orientação e propicia um conforto maior para a criança. 

Retirado do site, http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/surdo-cegueira-deficiencia-multipla-inclusao-636397.shtml. Acessado em 08 de junho de 2013.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

O que é deficiência visual?

É o comprometimento parcial (de 40 a 60%) ou total da visão. Não são deficientes visuais pessoas com doenças como miopia, astigmatismo ou hipermetropia, que podem ser corrigidas com o uso de lentes ou em cirurgias.
Segundo critérios estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) os diferentes graus de deficiência visual podem ser classificados em:
Baixa visão (leve, moderada ou profunda): compensada com o uso de lentes de aumento, lupas, telescópios, com o auxílio de bengalas e de treinamentos de orientação.
Próximo à cegueira: quando a pessoa ainda é capaz de distinguir luz e sombra, mas já emprega o sistema braile para ler e escrever, utiliza recursos de voz para acessar programas de computador, locomove-se com a bengala e precisa de treinamentos de orientação e de mobilidade.
Cegueira: quando não existe qualquer percepção de luz. O sistema braile, a bengala e os treinamentos de orientação e de mobilidade, nesse caso, são fundamentais.
O diagnóstico de deficiência visual pode ser feito muito cedo, exceto nos casos de doenças degenerativas como a catarata e o glaucoma, que evoluem com o passar dos anos.
Como lidar com a deficiência visual na escola?
A escola pode recomendar aos pais e responsáveis que busquem fazer o exame de acuidade visual das crianças sempre que notarem comportamentos relacionados a dificuldades de leitura, dores de cabeça ou vista cansada durante as aulas.
Compartilhe a organização dos objetos da sala de aula com o aluno, a fim de facilitar o acesso e a mobilidade. Mantenha carteiras, estantes e mochilas sempre na mesma ordem, comunique alterações previamente e sinalize os objetos para que sejam facilmente reconhecidos.
O aluno cego tem direito a usar materiais adaptados, como livros didáticos transcritos para o braile ou a reglete para escrever durante as aulas. Antecipe a adaptação dos textos junto dos educadores responsáveis pela sala de recursos, que deve contar com máquinas braile, impressora e equipamentos adaptados.
A alfabetização em braile das crianças com cegueira total ou graus severos de deficiência visual é simultânea ao processo de alfabetização das demais crianças na escola, mas com o suporte essencial do Atendimento Educacional Especializado (AEE).
Vale lembrar que, de acordo com o Decreto 6.571, de 17 de setembro de 2008, o Estado tem o dever de oferecer apoio técnico e financeiro para que o atendimento especializado esteja presente em toda a rede pública de ensino. Mas cabem ao gestor da escola e às Secretarias de Educação a administração e o requerimento dos recursos para essa finalidade.
Oferecer ambientes adaptados, com sinalização em braile, escadas com contrastes de cor nos degraus, corredores desobstruídos e piso tátil, é mais uma medida importante para a inclusão de deficientes visuais. O entorno da escola também deve ser acessível, com a instalação de sinais sonoros nos semáforos e nas áreas de saída de veículos próximas da escola.
Quer saber como organizar uma escola inclusiva? Veja o infográfico que preparamos.
Todos os padrões de adaptação física da escola para receber alunos com deficiência estão no documento elaborado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas “NBR 9050 - Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos”.

Retirado do site, http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/deficiencia-visual-inclusao-636416.shtml. Acessado em, 07 de junho de 2013.

O que é deficiência auditiva?

É a perda parcial ou total da audição, causada por má-formação (causa genética), lesão na orelha ou nas estruturas que compõem o aparelho auditivo.
A deficiência auditiva moderada é a incapacidade de ouvir sons com intensidade menor que 50 decibeis e costuma ser compensada com a ajuda de aparelhos e acompanhamento terapêutico. Em graus mais avançados, como na perda auditiva severa (quando a pessoa não consegue ouvir sons abaixo dos 80 decibeis, em média) e profunda (quando não escuta sons emitidos com intensidade menor que 91 decibeis), aparelhos e órteses ajudam parcialmente, mas o aprendizado de Libras e da leitura orofacial, sempre que possível, é recomendado.
Perdas auditivas acima desses níveis são consideradas casos de surdez total. Quanto mais agudo o grau de deficiência auditiva, maior a dificuldade de aquisição da língua oral. É importante lembrar que a perda da audição deve ser diagnosticada por um médico especialista ou por um fonoaudiólogo.
Como lidar com a deficiência auditiva na escola?
Toda escola regular com alunos com deficiência auditiva tem o direito de receber um intérprete de Libras e material de apoio para as salas de Atendimento Educacional Especializado (AEE). Para isso, recomenda-se que a direção da escola entre em contato com a Secretaria de Educação responsável.
No dia a dia, posturas simples do professor em sala facilitam o aprendizado do aluno surdo. Traga- o para as primeiras carteiras e fale com clareza, evitando cobrir a boca ou virar de costas para a turma, para permitir a leitura orofacial no caso dos alunos que sabem fazê-lo. Dê preferência ao uso de recursos visuais nas aulas, como projeções e registros no quadro negro.
Para os alunos com perda auditiva severa ou surdez, a aquisição da Língua Brasileira de Sinais é fundamental para a comunicação com os demais e para o processo de alfabetização inicial. O aprendizado de libras ocorre no contraturno, nas salas de AEE.
É importante que professores da escola solicitem treinamento para aprender libras ou peçam o acompanhamento de um intérprete em sala. Isso garante a inclusão mais efetiva dos alunos.

Retirado do site, http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/deficiencia-auditiva-inclusao-636393.shtml . Acessado em, 07 de junho de 2013.

AEE e a sala regular: Como trabalhar em parceria com o AEE

Os alunos com deficiência têm muito a ganhar com a parceria entre professor da sala regular e o docente responsável pelo atendimento educacional especializado (AEE). Este profissional trabalha nas salas de recurso, ambientes adaptados para receber estudantes com uma ou mais deficiências durante o contraturno.
O objetivo do AEE é preparar os alunos para desenvolver habilidades e utilizar instrumentos de apoio que facilitem seu desenvolvimento. Por exemplo: crianças surdas estudam o alfabeto em Libras com o professor do atendimento educacional especializado para aproveitar melhor o intérprete em sala; cegos aprendem o braile; deficientes intelectuais usam jogos pedagógicos complementares ao aprendizado; quem tem paralisia cerebral descobre como usar pranchetas com figuras para se comunicar etc. O AEE não pode ser confundido com aulas de reforço ou recuperação paralela. Ele serve para ajudar o aluno a adquirir habilidades que são essenciais para garantir o bom desempenho nas aulas regulares.
Para firmar uma boa parceria com o profissional do AEE é preciso fazer um planejamento conjunto para cada aluno, discriminando quais as atividades serão desenvolvidas e o tempo estimado. A partir deste momento, e ao longo de todo o ano letivo, o contato entre os educadores é permanente. Se você trabalha na sala regular e percebe que há pouca ou nenhuma evolução, deve informar quem está na sala de recursos, para que o plano seja modificado. Outra atitude fundamental é transmitir o conteúdo das aulas regulares com antecedência.
Se a sua escola não possui uma sala de recursos, converse com a coordenação e a direção. A solicitação deve ser feita via Secretaria de Educação ao Ministério da Educação, que mantém oPrograma de Implantação de Salas de Recursos Multifuncionais.


O que é deficiência física?

São complicações que levam à limitação da mobilidade e da coordenação geral, podendo também afetar a fala, em diferentes graus. As causas são variadas - desde lesões neurológicas e neuromusculares até má-formação congênita - ou condições adquiridas, como hidrocefalia (acúmulo de líquido na caixa craniana) ou paralisia cerebral.
As crianças com deficiência física, em geral, têm dificuldades para escrever, em função do comprometimento da coordenação motora. O aprendizado pode se tornar um pouco lento, mas, exceto nos casos de lesão cerebral grave, a linguagem é adquirida sem grandes empecilhos.
Os principais tipos de deficiência física, segundo o Decreto nº 3.298 de 20 de dezembro de 1999, são: paraplegia, perda total das funções motoras dos membros inferiores; tetraplegias, perda total da função motora dos quatro membros e hemiplegia, perda total das funções motoras de um hemisfério do corpo. Ainda são consideradas as amputações, os casos de paralisia cerebral e as ostomias (aberturas abdominais para uso de sondas).
Dependendo da área do cérebro afetada, a pessoa com deficiência física pode apresentar, também, dificuldades na aquisição da linguagem, na leitura, na escrita, na percepção espacial e no reconhecimento do próprio corpo.
Como lidar com a deficiência física na escola?
Adequar a estrutura do prédio da escola é primordial para receber alunos com deficiência física. Rampas, elevadores (quando necessário), corrimões e banheiros adaptados atendem às crianças com diferentes dificuldades de locomoção.
Os padrões ideais para acessibilidade em prédios e edificações são definidos pelo documento da Associação Brasileira de Normas Técnicas "NBR 9050 - Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos".
Para facilitar a mobilidade dos alunos nas atividades desenvolvidas em sala, pode-se utilizar tecnologias assistivas ou aumentativas, como engrossadores de lápis, apoios para os braços, tesouras adaptadas e quadros magnéticos. Respeite o tempo de aprendizagem desses alunos, que podem demorar mais para executar determinadas tarefas, e conte sempre com a ajuda do Atendimento Educacional Especializado (AEE).
Alguns alunos com deficiência física podem requerer cuidados especiais na hora de ir ao banheiro, necessitando de um acompanhante. Nos casos de hidrocefalia, é preciso que o professor observe o aparecimento de sintomas como vômitos e dores de cabeça, que podem significar problemas com a válvula implantada na cabeça da criança para conter o acúmulo de líquido.

Fonte:
http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/deficiencia-fisica-inclusao-636413.shtml Acessado em, 07 de junhos de 2013

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Dominó divertido



Dominó divertido
 Aprendizado interativo e lúdico, comparando quantidade de objetos.

Objetivos:
Identificar as cores, comparar cores;
Noção de quantidade de 1 a 3;
Comparar quantidade de elementos de dois grupos.

Material
1 folha de EVA; 
1 canetinha para EVA, marrom;
Vários bichinhos de EVA (os bichinhos comprei pronto)
Cola quente.
Medida da Peça, 10 x 5 centimetros.




Jogo da Velha


Jogo da Velha

O objetivo é criar uma linha horizontal, vertical ou diagonal com os seus marcadores para vencer a partida.

Objetivo pedagógico, desenvolvimento do raciocínio. 

Material
10 tampas de garrafa;
1 pedaço de EVA. de 18 x 18 cm.
1 cola colorida vermelha para pintar as tampas;
1 cola colorida preta para marcar o tabuleiro;
1 cola para isopor para colar os ursinhos;
Ursinhos de EVA.



segunda-feira, 27 de maio de 2013

Alfabeto





Alfabeto. 

  • Identificar letras e sequencia alfabética;
  • desenvolver a coordenação motora;
  • aprender a fechar e abrir um suco, leite etc.
  • exercitar a paciência. 
Material 
  • um pedaço de isopor;
  • cola quente;
  • 26 tampas de leite com a base para rosquear;
  • cola para isopor (para colar as letras);
  • dois alfabeto;
  • um esprei de tinta.